O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apelou, este domingo, aos líderes africanos reunidos na abertura da cimeira da União Africana, em Addis Abeba, para que respeitem os direitos dos homossexuais.
O secretário-geral da ONU lamentou que os governos tratem as pessoas como cidadãos de segunda classe e como criminosos.
A homossexualidade é ilegal em quase todos os países africanos, com excepções como a África do Sul, e a discriminação contra os homossexuais é comum.
A Venezuela iniciou na quinta-feira uma ação de formação policial orientada para a promoção dos direitos humanos dos homossexuais e transexuais, uma iniciativa que contou com o apoio da embaixada britânica em Caracas.
Nos últimos meses, a polícia belga não poupa esforços para melhorar a recepção de gays, lésbicas e trans. A criação de uma associação LGBT de polícia deve ajudar a fortalecer sua imagem amigável.
Lecomte Yannic, inspetor de polícia de Liege e vice-presidente da associação Rainbow Cops Belgium
Atualmente existem seis países que proíbem qualquer tipo de discriminação heterossexista: Bélgica, Países Baixos, Espanha, Portugal, Noruega e Suécia. A União Europeia não só exige a revogação de qualquer tipo de legislação anti-homosexualidade, como o Tratado de Amsterdã também exige legislação anti-dicriminação, a ser promulgada pelos seus Estados membros.
Serve este email para solicitar a sua participação e divulgação de um estudo nacional sobre Atitudes da População Portuguesa em relação à Homoparentalidade (famílias de pais e mães homossexuais).
Este estudo faz parte do meu doutoramento em Psicologia, a decorrer no Instituto Superior de Psicologia Aplicada e Universidade da Beira Interior, e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
O objectivo deste estudo é o de avaliar e compreender as atitudes da população em geral sobre estas famílias.
Neste sentido, solicito a sua colaboração no preenchimento de um breve questionário, sendo a sua participação totalmente anónima e confidencial.
Em baixo seguem dois links que remetem para dois questionários; um destina-se a ser preenchido por pessoas heterossexuais e outro por pessoas homossexuais (lgbt). Deverá escolher apenas um deles, conforme o seu caso. Agradeço igualmente a divulgação junto de outras pessoas.
Questionário para ser preenchido por Pessoas Heterossexuais, maiores de 18 anos de idade:
Para qualquer questão ou comentário, poderá contactar-me através dos seguintes endereços:
Pedro Alexandre Costa Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde – UIPES Instituto Superior de Psicologia Aplicada Rua Jardim do Tabaco, 34 1149-041 Lisboa E-mail: homoparentalidade@ispa.pt
Há 42 anos que se assiste por todo mundo a manifestações de pessoas que, inseridas numa comunidade ou sociedade, se vêem constantemente colocadas em segundo plano como se não pertencessem à mesma e para ela não contribuíssem.
Em pleno séc. XXI, é tempo de dizer basta! Não queremos isto para nós, lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, transgéneros, interssexuais e heterossexuais. Não queremos uma sociedade opressora, não queremos olhar para o lado.
A Marcha do Orgulho LGBT no Porto está pela 6ª vez na rua para dar voz a quem não a tem, para mostrar o que alguns não querem ver.
Já era altura da Marcha ser sobretudo de celebração da igualdade.
Não aceitamos uma lei que, apesar de nos permitir apresentar a nossa verdadeira identidade num documento, simultaneamente nos cataloga como doentes.
Não aceitamos que uma desejada cirurgia de reassignação de sexo continue dependente do aval feudal da Ordem dos Médicos.
Exigimos que os diversos núcleos familiares não sejam restringidos por políticas governamentais claramente desadequadas e desajustadas.
Exigimos a abolição de preconceitos no que concerne ao acesso à parentalidade por familias não heteronormativas.
Apesar do fim da discriminação na doação de sangue por parte dos homens que têm sexo com outros homens; apesar do fim do impedimento ao casamento entre pessoas do mesmo sexo; apesar de finalmente existir um esboço de uma lei de Identidade de Género, ainda há um longo caminho a percorrer na defesa de direitos essenciais, no combate ao estigma, ao preconceito e à exclusão.
Rejeitamos que arbitrariedades com base no racismo, na xenofobia, na desigualdade de géneros, na LGBTfobia continuem a ser socialmente toleradas.
Abraçamos uma educação sexual que aborde diferentes sexualidades, capaz de mostrar aos nossos filhos e filhas a diversidade de emoções e afectos.
Abraçamos uma sociedade verdadeiramente inclusiva de todos os seus cidadãos e cidadãs, sem lhes impôr um prazo de validade de relacionamentos, emoções e afectos.
Não podemos deixar de vir à rua manifestar o nosso orgulho, exigindo nada menos que o reconhecimento dos nossos direitos, independente da NOSSA orientação sexual, da NOSSA Identidade de Género, do NOSSO sexo, da Nossa Idade, da NOSSA etnia, das NOSSAS convicções religiosas e da NOSSA condição social.
REJEITAMOS a hipocrisia e a tacanhez. REJEITAMOS o preconceito e a violência. REJEITAMOS a austeridade.
In “DEZANOVE – notícia e cultura LGBT em português”
MOP 2011
“O agente da PSP, responsável pelo Grupo Identidade XY, referiu ao dezanove que “há muito medo e receio” de mais agentes da autoridade darem a cara. No entanto, “tem havido uma mudança clara nas forças de segurança”, considera…”