Arquivo de Outubro, 2012

HOMOFOBIA – Significado

Posted: 18 de Outubro de 2012 by Belmiro Pimentel in Uncategorized

Clica na imagem e aprende mais….

Em maio de 2011, em referência ao Dia Internacional contra a Homofobia, a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, declarou:

“[…] Em última análise, a homofobia e a transfobia não são diferentes do sexismo, da misoginia, do racismo ou da xenofobia. Mas enquanto essas últimas formas de preconceito são universalmente condenadas pelos governos, a homofobia e a transfobia são muitas vezes negligenciadas. A história nos mostra o terrível preço humano da discriminação e do preconceito. Ninguém tem o direito de tratar um grupo de pessoas como sendo de menor valor, menos merecedores ou menos dignos de respeito. […]”

Homofobia (homo, pseudoprefixo de homossexual, fobia do grego φόβος “medo”, “aversão irreprimível”) é uma série de atitudes e sentimentos negativos em relação a lésbicas, gays, bissexuais e, em alguns casos, contra transgêneros e pessoas intersexuais. As definições referem-se variavelmente a antipatia, desprezo,preconceito, aversão e medo irracional. A homofobia é observada como um comportamento crítico e hostil, assim como a discriminação e a violência com base em uma percepção de orientação não heterossexual. Em um discurso de 1998, a autora, ativista e líder dos direitos civis, Coretta Scott King, declarou: “A homofobia é como o racismo, o anti-semitismo e outras formas de intolerância na medida em que procura desumanizar um grande grupo de pessoas, negar a sua humanidade, dignidade e personalidade.” Em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.

Anúncios

Posted: 13 de Outubro de 2012 by Belmiro Pimentel in Uncategorized

Caso Beauté Reforça Luta da Adoção Gay

Posted: 13 de Outubro de 2012 by Belmiro Pimentel in Uncategorized

IN “Jornal de Notícia” 12OUT2012

Juiz confia criança a casal homossexual

Posted: 13 de Outubro de 2012 by Belmiro Pimentel in Uncategorized

 

Preconceito vencido por interesses de crianças

Posted: 13 de Outubro de 2012 by Belmiro Pimentel in Uncategorized

IN “Jornal de Notícias” Publicado em 2009-12-17

NUNO MIGUEL ROPIO

Sentimentos, laços familiares ou referências pessoais para as crianças são razões, mais do que suficientes, para que em casos como o de Oliveira de Azeméis se contorne o regime jurídico que impede aos casais homossexuais o acesso à adopção.

Ou seja, a orientação sexual não tem sido limitativa quando chega à hora de um tribunal decidir a quem entregar um menor, em vias de ser institucionalizado.

“Contactei com situações em que a relação afectiva justificou a entrega, devidamente acompanhada”, explicou, ao JN, Dulce Rocha, a ex-presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens, que recusou comentar o episódio oliveirense. “A questão da homossexualidade não deve impedir a entrega da criança a uma pessoa que seja uma referência para si”, reforçou.

Tribunal confia crianças a casal homossexual

Posted: 13 de Outubro de 2012 by Belmiro Pimentel in Uncategorized

Juíza acha que dois gays podem educar melhor as menores do que os pais

 

In “Jornal de Notícias” Publicado em 2009-12-17

MIGUEL GONÇALVES

 

O Tribunal de Oliveira de Azeméis entregou ontem, quarta-feira, a guarda de duas meninas a um tio que vive com outro homem. A juíza entendeu que o casal homossexual tem melhores condições para tratar das crianças do que os pais.

Fonte judicial disse ao JN que a decisão ontem tomada, por proposta do Ministério Público, “é um caso único em toda a história do Tribunal de Oliveira de Azeméis e, porventura, o primeiro do género a nível nacional”.

“Todas as partes envolvidas – Segurança Social, pais, Ministério Público, juíza e até as próprias menores – tinham pleno conhecimento de que em causa estava decidir se se devia entregar o cuidado das meninas, de 8 e 5 anos de idade, aos pais ou a um casal gay, embora oficialmente a guarda fique a cargo do tio. Todos tinham consciência que optar pelo tio era colocar as crianças, que se encontravam numa instituição social, no seio de uma família ‘diferente’, com uma ‘cultura’ de família fora do tradicional. Apesar disso, sem preconceitos, entendeu-se que este casal homossexual podia educar e tratar muito melhor as meninas do que os pais, que não reúnem condições”, disse a mesma fonte.